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sábado, 25 de fevereiro de 2017

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Bocalom é um estadista; leia o artigo de Francisco Benicio Dias

Por Francisco José Benício Dias.

Antes de adentrarmos ao mérito, achamos pertinente trazer à baila a origem da palavra político.

Do grego politikos, que significa “cívico”.

O termo politikos, por sua vez, se originou a partir da palavra polites, que quer dizer “cidadão”, que se originou de polis, traduzido por “cidade”.

Numa sociedade como a grega, em que a vida pública interessava a todos os cidadãos, os politikos eram aqueles que se dedicavam ao governo da polis (“a cidade” ou “o Estado”), colocando o bem comum acima de seus interesses individuais.

Por intermédio do latim, o termo ingressou em todas as línguas ocidentais. No início, porém, adquiriu uma conotação claramente pejorativa: politician, no inglês do séc. XVI, designava alguém que recorria a intrigas para adquirir poder ou cargos públicos: algo semelhante ao que hoje chamamos de politiqueiro, que faz politicagem.

A partir do século seguinte, no entanto, prevaleceu o sentido de homem público, que representa os partidos na composição do governo.

No dicionário de Morais, que é de 1813, o termo volta a ter, como na Grécia, o sentido elogioso de estadista.

Não há dúvida de que o Brasil de hoje conhece exemplos de ambos os significados.

Pois bem, feito esse breve release, há de se reconhecer que a política é algo essencialmente bom. Porém, a pureza não é exclusividade de nenhuma classe, grupo ou raça etimologicamente falando. Na política não seria a exceção.

Após 23 anos de militância política partidária me decepcionei. Me decepcionei com muitas coisas e atitudes de políticos que nunca pensaram como estadistas. Maus políticos corrompendo eleitores e eleitores corrompendo políticos, cada um ao seu tempo pensando somente na sua própria barriga.

Decidi me afastar da política partidária, mas não me afastei das pessoas que desejam continuar essa luta. E, falando em luta tenho que reconhecer a pessoa de BOCALOM, político por natureza. Gestor de três mandatos de prefeito e um período de Secretário de Estado. Passou por esses cargos sem ter em sua ficha corrida um processo por improbidade.

Em sua trajetória ajudou a eleger tantos outros políticos, que no primeiro momento com o mandato em baixo do braço lhe viraram as costas. Inclusive, na atualidade alguns ainda são mandatários. Mas não reconhecem a liderança e a ajuda que receberam do BOCALOM para chegar ao seu atual cargo político.

Na atualidade, cada um tentando puxar brasa para sua sardinha, tem como alvo principal tirar BOCALOM do páreo. Sabendo eles que BOCALOM é a figura principal da oposição e, certamente a população acriana lhe confere esse título.

Como dito antes, ao invés de apoiar BOCALOM, estes levados pela ingratidão e pela ganância de se eternizarem no poder, se tornam adversários sombrios.

Tais ações demonstram que estes homens não merecem retornar aos mandatos, porquê em seu seio paira apenas o desejo de continuarem se locupletando do poder, deixando o bem comum em segundo plano.

Ao passo que, ainda vejo no BOCALOM a serenidade de uma pessoa que tem amor a esta terra, que faz política com brilho nos olhos, que fala com as pessoas olhando nos olhos e, que não faz promessas para agradar ninguém.

Mesmo após traições e saldos negativos nas urnas, continua firme no seu propósito. Continua falando de projetos e melhorias para o povo do Acre. Comportamento assim só se vê, num verdadeiro estadista.

Para aqueles a quem a carapuça encaixou, revejam suas ações.

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