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quinta-feira, 4 de maio de 2017

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PM acusado de matar sargento dentro de quartel no Acre é expulso da corporação

Acusado de matar o segundo sargento Paulo Andrade, de 44 anos, dentro do Comando Geral da Polícia Militar (PM-AC) em 24 de novembro de 2016, José Adelmo dos Santos, de 49 anos, foi expulso da corporação, conforme a portaria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (3). A exclusão passou a contar desde o dia 26 de abril.

Ainda de acordo com a publicação, o chefe da Divisão de Militares Inativos e Pensionistas deve tomar as providências legais para que Santos entregue a identidade de policial militar, fardamento e demais apetrechos. O homem, que estava na reserva, havia sido convocado para o corpo de policiais voluntários e estava lotado no 1º Batalhão da Polícia Militar.

Ao G1, o coronel Júlio César, comandante da PM, disse que a partir de agora Santos passa a ser civil. Porém, por ser aposentado ele permanece recebendo o benefício, pois, faz parte da reserva remunerada e não há previsão para alteração legal dessa condição.

“Ele deixa de ser policial militar e passa a ser uma pessoa comum, mas já estava aposentado e continua recebendo os rendimentos garantidos por direito. Ele vai ser transferido para a unidade prisional de ex-militares, deve permanecer separado dos presos comuns por receber ameaças”, explica.

Ainda em novembro de 2016, Santos perdeu o contrato de reconvocação com a corporação, que estava em vigor há quatro meses. O desligamento também foi publicado no Diário e afirmava que o ex-militar foi "flagranteado por crime doloso" e considerou ainda que ele "cometeu ato contra o decoro de classe e o pundonor" da PM-AC.

Entenda o caso

O segundo sargento Paulo Andrade, de 44 anos, foi morto, na noite de 24 de novembro, pelo, na época subtenente da PM-AC, José Adelmo Alves dos Santos, de 49 anos, dentro do Comando Geral da corporação, em Rio Branco.
Conforme a Assessoria de comunicação da PM-AC, a vítima teria sido atingida por um tiro de pistola ponto 40. O motivo da morte teria sido uma briga entre os colegas de profissão. Após o crime, Santos foi levado para o quartel do Batalhão de Operações Especiais (Bope), onde ficou até ser transferido.



Fonte: G1 ACRE

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